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Relações interpessoais

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Como lidar com pessoas difíceis?

 

> Veja mais conteúdo produzido por Ricardo de Braga e Queiroz, MSc - Oceano Azul Pessoal.

 

Muitas vezes, em nossos diálogos e relacionamentos interpessoais, temos uma estranha sensação de que algo não está indo bem. Por algum tempo, até pensamos que é culpa do outro. Às vezes, até é mesmo: o outro é uma pessoa difícil, intransigente, arrogante, sem paciência etc. Sim, há pessoas difíceis, e muitas vezes são próximas, amigos, parentes, ou até mesmo alguém que tanto amamos. Por vezes, a pessoa difícil é justamente o nosso chefe ou o colega que senta ao lado. Alguém que, de alguma maneira, não podemos simplesmente nos afastar. Assim, temos que aprender a lidar com a situação. 

 

O primeiro passo é admitir, embora isso possa nos indignar, que infelizmente não temos como de fato mudar o outro. As pessoas são como são, e ao menos que algo importante mova essa pessoa em direção à mudança, ela continuará sempre agindo dessa forma.

Na verdade, só temos acesso a nós mesmos. Assim, a solução é aprender a maneira correta de conviver e se relacionar com ela. A maneira de agir que nos afaste da incômoda sensação de desgaste ou stress. Um jeito que funcione.

 

O segundo passo é adotar uma postura que favoreça o estabelecimento de limites: um comportamento assertivo. Não permitir que alguns maus hábitos na comunicação se estabeleçam entre você e a pessoa difícil. A tarefa aqui é remover as barreiras de seus próprios condicionamentos e permissividades. Estabelecer novos padrões corporais e mentais, se fazendo respeitar, por exemplo: fazer recuos oportunos, mantendo mais controle do diálogo.    

 

Aprender a fazer perguntas, não ofensivas, mas com grande poder desmobilizador das armaduras verbais e emocionais adotadas pela pessoa difícil. Perguntas inteligentes e bem colocadas tem o poder de gentilmente desarmar uma pessoa habituada a embates verbais.

A arte de fazer perguntas, ao invés de nos engatar na conversa com as pessoas difíceis, tem o poder de nos colocar como observadores serenos e assertivos.

 

Assim, quando percebermos que nosso comportamento normal não está suficiente ou é inadequado para lidar com a situação, precisamos fazer algo. Quando percebermos que nosso jeito de funcionar, nossa inabilidade momentânea, está colocando em risco importantes relações no trabalho ou na vida, então, está mesmo na hora de mudar. 

 

Se você não está conseguindo fazer esta mudança sozinho, busque por um profissional qualificado e experiente, que poderá ajudá-lo nesse desenvolvimento. 

 

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